Painelista no evento, diretora Patrícia Sant’Anna abordou decisões judiciais e atuação da Anamatra
A diretora de Prerrogativas e Assuntos Jurídicos da Associação Nacional das Magistradas e dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Patrícia Sant’Anna, participou, nesta segunda-feira (16/3), da 3ª edição do Congresso Internacional sobre Violência de Gênero: ações estratégicas, políticas públicas e tecnologias (III Civige), realizada no Superior Tribunal Militar (STM), em Brasília (DF). O evento reúne especialistas e representantes de instituições públicas para debater iniciativas de enfrentamento à violência de gênero, com foco em políticas públicas, estratégias institucionais e no uso de tecnologias.
Em sua participação no painel “As transformações do Judiciário frente à violência contra mulheres e meninas”, a magistrada destacou o papel do Judiciário na construção de respostas institucionais cada vez mais efetivas para prevenir e enfrentar a violência de gênero, ressaltando a importância de decisões judiciais sensíveis à realidade vivida por mulheres e meninas.
A magistrada também apresentou iniciativas desenvolvidas pela Anamatra, com destaque para as atividades das Comissões Anamatra Mulheres e LGBTQIAPN+, voltadas à promoção da igualdade e ao enfrentamento de discriminações e violências, com a publicação de cartilhas sobre o tema:
O painel contou ainda com a participação da juíza auxiliar e coordenadora do Observatório Pró-Equidade do STM, Amini Haddad, e da ouvidora da Secretaria-Geral da Presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Teresa Cristina Cabral Santana. O evento segue até esta terça-feira (17/3).
CIVIGE
Idealizado pela Universidade Federal do Ceará (UFC), pelo Departamento de Computação da UFC e pelo Insight Data Science Lab, o Congresso Internacional sobre Violência de Gênero: ações estratégicas, políticas públicas e tecnologias (Civige) chega à sua terceira edição ampliando o alcance dos debates interdisciplinares e internacionais. Esta edição é realizada em parceria com o Insight Lab, Insight Aurora, a UFC, o STM e o Observatório Pró-Equidade do STM.
O III CIVIGE também marca um momento simbólico: em 2026, celebram-se os 20 anos da Lei Maria da Penha, um dos principais marcos legais na proteção dos direitos das mulheres no Brasil e referência internacional no enfrentamento à violência doméstica.

