Iniciativas voltadas ao combate ao trabalho escravo, à inclusão e à promoção do trabalho decente foram reconhecidas durante cerimônia promovida pelo CNJ
A Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) participou, nesta terça-feira (28/4), da cerimônia de entrega da 3ª edição do Prêmio CNJ de Responsabilidade Social do Poder Judiciário e Promoção da Dignidade, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A cerimônia contou com a presença de dirigentes da Anamatra e integrantes do Conselho de Representantes.
Durante a solenidade, o presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, destacou o alcance social da premiação. “O Poder Judiciário tem responsabilidades que transbordam os autos”, afirmou, ao ressaltar que a responsabilidade social deve ser uma prática permanente no Sistema de Justiça.
Entre os destaques, iniciativas da Justiça do Trabalho foram reconhecidas. O Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região (TRT13) conquistou o 1º lugar na categoria Promoção da Inclusão Social e Combate à Discriminação com projeto voltado ao enfrentamento do trabalho escravo contemporâneo. Já o Tribunal Superior do Trabalho (TST), o Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) e a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (Enamat) receberam premiações por iniciativas voltadas à inclusão de pessoas com deficiência e à adoção de protocolos de julgamento com perspectiva antidiscriminatória.
O conselheiro do CNJ Guilherme Guimarães Feliciano, coordenador da premiação e ex-presidente da Anamatra, ressaltou o papel transformador das iniciativas reconhecidas. “O prêmio busca reconhecer que o Sistema de Justiça possui papel ativo na promoção dos direitos humanos”, afirmou.
A diretora de Cidadania e Direitos Humanos da Anamatra, Roberta Santos, representou a Associação na Comissão Julgadora que avaliou as propostas inscritas.
A participação da Anamatra reforça o compromisso da entidade com a promoção da dignidade humana, da inclusão social e do trabalho decente. A entidade também participou das reuniões prévias da iniciativa, conduzidas pelo conselheiro Guilherme Feliciano.
*Com informações do CNJ

