Conselheira do CNJ e ex-presidente da Anamatra concedeu entrevista ao jornal Estado de Minas
O papel do CNJ para garantir a maior participação feminina no Poder Judiciário foi o destaque de entrevista concedida, nesta terça-feira (20/10), ao jornal Estado de Minas, pela conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e ex-presidente da Associação Nacional das Magistradas e dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), juíza Noemia Porto.
Durante a conversa, Noemia Porto falou sobre como suas experiências e vivências podem contribuir com sua atuação como conselheira, especialmente no que se refere à compreensão da realidade vivida pelas pessoas que procuram a Justiça do Trabalho.
A magistrada, que presidiu a Amatra 10 (DF/TO) e, posteriormente, a Anamatra, falou sobre as percepções obtidas nessas experiências quanto aos desafios de ascensão das mulheres na magistratura e apontou os caminhos a serem seguidos pelo CNJ para reduzir os obstáculos.
“No CNJ, precisamos avançar com medidas concretas, acompanhando a participação das mulheres nas promoções, convocações e funções de direção, além de enfrentar os obstáculos institucionais à sua ascensão”, disse.
Além disso, Porto discorre sobre suas metas pessoais no CNJ e analisa o atual cenário vivido pela Justiça do Trabalho, marcado por novos questionamentos sobre o seu papel e ataques à sua competência.

